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Ter, 24 de Março de 2009 13:08

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      PASTORA LUDIMILA FERBER
 
1. Qual a maior dádiva da Adoração Profética?
 

A instrumentalidade de nossas vidas em prol do Reino de Deus! Ou seja, pela adoração, conhecemos o coração do Amado Jesus. Em Sua Presença, recebemos cura, consolo, unção, amor, graça, força para vencer, tudo de bom!

Então, cheios do Espírito Santo, comunicamos a vida de Deus, transmitimos todas estas coisas à inúmeras vidas que são igualmente curadas, consoladas, restauradas e ungidas no poder do Seu amor.
 
2. Há algo especial que acontece para compor as músicas?
 

Vida no altar e comunhão preciosa com o meu Amado Senhor: isto é fundamental no processo de composição das músicas.

Há músicas que ouvi e vi no reino do Espírito, de forma bem sobrenatural. Outras canções são a expressão dos meus anelos mais profundos por Sua Presença; outras canções são palavras e ministrações de vida, cura e direções proféticas que o próprio Senhor Jesus moveu sobre mim, para mim. A questão é que todas estas canções, de uma forma muito tremenda, se tornam a história de todos nós, de inúmeras pessoas ao redor do mundo! Gente como eu, gente como a gente, que são ministradas pelo Espírito Santo de Deus através de palavras que operam primeiramente em mim!!!

Tenho, então, aprendido que é preciso viver com Deus, andar em Sua Palavra, cantar Sua Palavra com autoridade de quem vive e anda com Deus, de quem vive e anda sobre (e sob também!) Sua Palavra.

Este processo é por toda uma existência, dia após dia, dia e noite.
 
3. O que é viver como um adorador?
 
Olha, a resposta que dei nas duas primeiras perguntas já reflete muito o que é a vida de um adorador: ser um buscador de Deus, incansável nesta busca… para vê-lO, ouví-lO , abraça-lO, toca-lO, conhecendo os Seus segredos e anelos mais profundos. Mas, como todo precioso adorador com uma missão, também ser um pescador de almas, um instrumento de Deus para a redenção, salvação e restauração de vidas, famílias, nações…
 
 
 
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               NEYMAR
         Em entrevista Neymar, do Santos fala
         sobre o dízimo e Igreja Batista Peniel
 
   
Em entrevista publicada pelo jornal Estadão no dia 26, o jogador e estrela do Santos Futebol Clube, Neymar falou um pouco de sua história, início da carreira e religiosidade. Na reportagem assinada pela repórter Debora Bergamasco o atleta brincou ao lembrar seus primeiros salários como jogador profissional chegando aos números atuais que, recebendo do clube da baixada mais seus patrocínios, podem chegar até R$ 400 mil. Garante, porém, que 10% é da Igreja.

Desde pequeno, Neymar é freqüentador da Igreja Batista Peniel, de São Vicente. O pai e empresário do jogador, que também se chama Neymar, conta ainda que a cada jogo, Neymar (Júnior) entrava em campo sempre com sua faixa com os dizeres ‘Jesus’ na cabeça. O adorno não pôde mais ser utilizado no futebol profissional.

“O primeiro salarinho dele (Neymar) foi R$ 450. Fizemos esse primeiro contratinho dele no Santos e minha mulher pegava os R$ 45 e dava para igreja todo mês. OK, ainda sobravam uns R$ 400 para pagar as contas. Daí ele passou a ganhar R$ 800. Tá bom, doa R$ 80… Só que Deus começa a te provar, né? Pegamos R$ 400 mil. Caramba, meu, como vamos ‘dizimar’ R$ 40 mil? É um carro! Cara, mas daí você pensa que Deus foi fiel. Pum, dá R$ 40 mil! Mas daí vieram ‘catapatapum’ reais. Meu Deus, não quero nem saber, ‘dizima’ logo isso! (risos). É… Deus te prova no pouco e no muito”, conta o pai do atleta.

Confira abaixo trechos da entrevista publicada pelo jornal Estadão:

Dói abrir mão de R$ 40 mil?
Para Deus, nada dói. E acho legal. A gente conhece bem o pastor da Peniel. Faz dez anos que estou lá e agora estão ampliando a igreja. Acho que se a gente acreditar em Deus, as coisas vêm naturalmente. Deus me deu tudo: dom, sucesso…

Falando nisso, qual é a parte chata de fazer sucesso?
Ah, não tem parte chata. Eu acho que é sempre legal.

Já foi vítima de racismo?
Nunca. Nem dentro e nem fora de campo. Até porque eu não sou preto, né?

O que gostaria de poder comprar que ainda não tem?
Queria um carrão.

Mas você acabou de comprar um Volvo XC-60, por R$ 140 mil, Não é um carrão? Ah, é, mas queria uma Ferrari. Nunca andei.

Uma Ferrari ou um Porsche? Não sei. Qual é melhor?
Não sei, também. Ah, então eu queria um Porsche amarelo e uma Ferrari vermelha na garagem.

Confira a entrevista na íntegra no site do Estadão >>

Fonte: Creio / Gospel Prime

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